|
Passaporte da Leitura
Como as Crianças Entram no Mundo da
Linguagem |
|
Vicente Martins é
professor de Lingüística e Educação Especial da Universidade Estadual
Vale do Acaraú(UVA), de Sobral, Estado do Ceará - Brasil . E-mail:
vicente.martins@uol.com.br |
 |
|
|
Estudos mais recentes sobre os processos
lingüísticos e psicolingüísticos envolvidos nos processos de aquisição
da linguagem das crianças, no período escolar, apontam o
reconhecimento das palavras escritas como o passaporte das
crianças para o ingresso no mundo da leitura. Aquelas crianças que
reconhecem uma palavra escrita diante um texto é capaz de desenvolver
uma competência discursiva, imprescindível para uma boa educação leitora
e mais ainda para conviver com os outros na sociedade do conhecimento.
Ensinar os alunos a reconhecerem as
palavras escrita nos livros, nos muros, nas placas, nos ônibus, nos
sites é, sem dúvida, a principal missão educacional dos professores de
língua materna e da escola de educação básica, isto é, o de formar
leitores hábeis durante o processo de formação escolar.
O reconhecimento da linguagem escrita não
é, porém, herança genética nem dádiva dos céus. As crianças necessitam
de técnicas ou estratégias de reconhecimento das palavras para a leitura
proficiente. O reconhecimento da palavra envolve, substancialmente,
domínio dos elementos fonéticos e estruturais das palavras, regras de
acentuação, silabação e aquisição de um amplo vocabulário visual. São
nas ambiências escolares, com o ensino sistemático da língua materna dos
professores e o apoio dos pais, que, fundamentalmente, levam as crianças
a aprenderem e reaprenderem o reconhecimento da linguagem no mundo da
leitura e da escrita.
Sem reconhecimento da palavra escrita,
não é possível o desenvolvimento da capacidade de aprender, soletrar,
decodificar e compreender um texto escrito. Por definição,
reconhecimento da palavra é o processo de determinar a pronúncia e
algum grau de significado de uma palavra na forma escrita ou impressa.
Também podemos definir o reconhecimento da palavra como a identificação
rápida e fácil da forma, da pronúncia e do significado apropriado de uma
palavra encontrada anteriormente em texto escrito ou impresso. É o
reconhecimento da palavra que aproxima o mundo da escrita do mundo da
leitura, a palavra escrita da palavra falada, e faz com que a leitura de
um texto escrito aprimore, por sua vez, o desempenho lingüístico das
crianças na escola, desde a educação infantil à educação básica.
Para o reconhecimento da palavra escrita,
são necessárias as seguintes habilidades lingüísticas:
|
(1)
Percepção da palavra
|
|
(2)
Identificação da palavra |
|
(3)
Discriminação da palavra
|
|
|
A percepção das palavras escritas
O
processo de reconhecimento da palavra requer do leitor a percepção da
palavra. Em que consiste a percepção da palavra? Consiste na
identificação visual ou auditiva de uma palavra e algum grau de
significado.
Graças à percepção da palavra, o leitor
tem o conhecimento do significado apropriado de uma palavra após sua
identificação ou reconhecimento. A percepção das palavras dependerá,
todavia, dos significados que estão presentes na identificação e no
reconhecimento das palavras.
O lingüista Ferdinand de Saussure, no
início do século XX, viu nas palavras mais do que “ unidades da
língua escrita, situada entre dois espaços em branco, ou entre espaço em
branco e sinal de pontuação” ou “unidades pertencentes a uma das grandes
classes gramaticais, como substantivo, verbo, adjetivo, advérbio,
numeral etc., não levando em conta as modificações que nela ocorrem nas
línguas flexionais, e sim, somente, o significado” (visão gramatical).
As palavras vão além das categorias gramaticais, especialmente os nomes,
substantivos, adjetivos e advérbios.
Para Saussure, as palavras eram (e são)
signos lingüísticos, isto é, são unidades lingüísticas constituídas,
socialmente, pela união de um conceito, ou significado, e de uma imagem
acústica, ou significante, geralmente, através de uma relação
arbitrária, pela qual não existe uma semelhança formal entre o
significante e o significado.
O estruturalismo saussuriano entendeu
por significante “imagem acústica que é associada a um significado numa
língua, para formar o signo lingüístico .Segundo o Mestre de Genebra,
essa imagem acústica não é o som material, ou seja, a palavra falada,
mas sim a impressão psíquica desse som. Com esta compreensão do
significante, nascia as bases da psicolingüística, ramo da Lingüística
que estuda a relação mútua entre o comportamento lingüístico das pessoas
e os processos psicológicos que se encontram, supostamente, por trás
deste comportamento. .
O lingüísta franco-suiço entendeu que as
palavras tinham, do ponto de perceptual, um significante, uma imagem
acústica, entendida como sendo uma “face material, sensível do signo
lingüístico (significante) ligada ao significado”. Para se entender bem
este conceito, bastar-nos –á lembrar de palavras que quando ditas ou
ouvidas nos sugerem nojo, repulsa, revolta ou tristeza. Uma palavra ou
frase de efeito pode levar alguém a lágrimas de alegria ou de tristeza.
Por outro lado, viu Saussure, no signo
lingüístico, um significado, definido como “conteúdo semântico de um
signo lingüístico; acepção, sentido, significação, conceito, noção” ou,
como assinalariam, mais tarde, os lingüistas contemporâneos,o
significado é a ”a face do signo lingüístico que corresponde ao
conceito ou conteúdo”.
A rigor, só podemos dizer que o leitor
faz a percepção da palavra quando é capaz de encontrar certo grau ou
matiz de significado na palavra, daí entendermos que o significado é
central no processo leitura muito mais do que uma simples soletração ou
decodificação leitora. È através do significado que o leitor poderá
compreender, através das palavras do texto, o sentido possível, viável e
atribuído ao texto pelo autor. É pelo significado que o leitor
constrói o sentido do texto.
A percepção da palavra, através da
identificação do significado lingüístico, permite o alcance do
significado da palavra e ao sentido do texto, na verdade, aos sentidos
textuais. Pelo menos, duas formas de significado podem ser decantadas
através da percepção da palavra: (1) significado gramatical:
noção semântica que está contida nos morfemas gramaticais de uma
língua e que é estabelecida dentro de um determinado sistema lingüístico
e dele dependente e (2) significado lexical,
recorte que a semântica de uma língua faz na realidade físico-bio-social
e que constitui o conteúdo dos morfemas lexicais (raízes, semantemas,
radicais etc., de substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.
Durante a leitura, se o leitor percebe
que uma palavra traz um significado gramatical e lexical terá as bases
para a compreensão literal do texto e partir dessa competência poderá
inferir, ou seja, atribuir sentido ao texto lido, portanto,
interpretá-lo.Encontrar sentido, antes, durante e depois da leitura, é
na verdade, desenvolver a faculdade de sentir ou perceber, de
compreender e de julgar o texto. À luz da filosofia, diríamos que é o
sentido que nos permite captar uma determinada classe ou grupo de
sensações, estabelecendo um contato intuitivo e imediato com a
realidade, e assentando desta maneira os fundamentos empíricos do
processo cognitivo. A leitura é um ato cognitivo. Mais do que um ato de
produção de linguagem, sua complexidade a torna uma habilidade
plenamente cognitiva.
Pensando
no compreensão literal, durante o processo de leitura, o sentido
atribuído a um texto, no primeiro momento, expressa-se como “ aquilo que
uma palavra ou frase podem significar num contexto determinado”. Em se
tratando de procedimentos de leitura, poderemos falar em compreensão
literal e compreensão inferencial.
A compreensão inferencial vai além do
literal. Enquanto a compreensão literal possibilita a localização de
informações explícitas no sentido, graças ao sentido que poderemos fazer
inferência, de modo a permitir, por exemplo, a identificação de
informação implícita, uma vez que identifica o tema e distingue fato de
opinião relacionada a esse fato. |
|
A identificação das palavras escritas
A
identificação da palavra escrita é o processo de determinar a pronúncia
e algum grau de significado de uma palavra desconhecida.
As habilidades de
identificação da palavra comumente ensinadas são as seguintes:
v
análise fônica
v
análise estrutural
v
habilidades no uso de dicionários
v
indícios de configuração
v
indícios de ilustração
v
indícios do contexto
|
|
A análise fônica na identificação da palavra
No processo ensino-aprendizagem da
leitura, a identificação das palavras ocorre a partir dos sons da fala.
O processo de análise fônica envolve a associação de sons da fala com
letras e a combinação desses sons em sílabas e palavras. Na leitura
inicial ou na chamada decodificação leitora, os leitores disléxicos, por
exemplo, deixam de desenvolver, com proficiência, a habilidade de
análise fônica.
Em seu livro Leitura: teoria,
avaliação e desenvolvimento (Artes Médicas, 1987), Mabel Condemarín
e Felipe Alliende afirmam que o aperfeiçoamento das habilidades
envolvidas na análise fônica ajuda a criança a obter a adequada
pronúncia das palavras.
É através da análise fônica, segundo
Mabel Condemarín e Felipe Alliend (1987, p.99) que a criança passa a
dominar, progressivamente, a ortografia de sua língua materna e envolve,
assim, habilidades para a rápida decodificação de palavras que
contenham:
·
Consoantes de duplo fonema:c, g;
·
Consoantes de duplo grafema (dígrafos): ch, lh, nh;
·
Consoantes seguidas de U mudo, como: gue, gui, que, qui
·
Consoantes seguidas de ü, como: güe, güi, qüe, qüi
·
Ditongos e encontros vocálicos;
·
Encontros consonatais complexos, como: obs, obv, str
·
Grupos consonantais, como: br, dr, tr, fl,m bl e outros
|
|
A análise estrutural da palavra
A
teoria da linguagem em muito pode contribuir para o desempenho leitor em
se tratando de identificação da palavra. É o caso da estrutura e
formação das palavras aqui, simplesmente, chamada de análise
estrutural. Se de um lado, a pronúncia escorreita dos fonemas e
a consciência fonológica ajudam na decodificação leitora, isto é, na
soletração da palavra, diríamos que os morfemas são fundamentais para a
identificação das palavras escritas. Que são morfemas? Morfemas são,
lingüisticamente, as menores unidades lingüísticas que possuem
significado, abarcando raízes e afixos, formas livres (p.ex.: mar)
e formas presas (p.ex.: sapat-, -o-, -s) e
vocábulos gramaticais (preposições, conjunções)
Para o
estruturalismo norte-americano, o morfema pode ter, ainda, outras
manifestações, como a ordem das palavras na frase, indicando as funções
sintáticas dos constituintes, ou a entonação sozinha, que pode mudar o
sentido de um enunciado: Você vai. Você vai?
Eis os principais
tipos de morfemas relacionados com a linguagem escrita e decantados
durante o processo leitor:
v
Morfema derivacional:
trata-se de um afixo que cria um novo vocábulo, combinando-se com um
radical (p.ex., -eir, -o em livreiro); afixo
derivacional
v
Morfema flexional:
o que é empregado na flexão dos substantivos, dos adjetivos ou
verbos, sem mudar a classe da palavra (p.ex., o -s do plural em
irmãs); afixo flexional
v
Morfema gramatical:
um tipo de afixo que se acrescenta aos radicais dos nomes e verbos para
expressar noções gramaticais de número, gênero, caso, pessoa, tempo,
modo etc., ou vocábulo da gramática como, p.ex., preposições, artigos e
partículas, que criam relações gramaticais na frase.
v
Morfema lexical:
cada unidade, indecomponível em unidades menores, pertencente ao
inventário ilimitado e aberto do léxico [Aqui se incluem aquelas que
ocorrem independentemente e as que só ocorrem combinadas com outros
morfemas (derivacionais ou gramaticais), formando palavras.]
Durante
a leitura, os bons e maus leitores, inclusive os que apresentam
dificuldades no aprendizado da leitura (dislexia), para a identificação
das palavras escritas, terão que identificar os elementos do significado
das palavras, como re e ler na palavra
reler.
A análise
estrutural é poderoso auxiliar no entendimento do significado de uma
palavra como um todo.
A análise
estrutural (vem da noção de estrutura da língua ou das palavras) ou
análise morfêmica (vem de morfema), em geral, envolve a identificação
de:
v
Afixos:
infelizmente, onde in- é prefixo; feliz, raiz e –mente, sufixo.
v
Contrações ou aglutinações:
fidalgo (filho de algo)
v
terminações flexionadas e derivadas (desinências):
casas, casas, casinhas
v
Formas com hífen:
pé-de-moleque
v
Palavras compostas:
guarda-roupa ou girassol(sem hífen)
v
Raízes:
cabeleira vem de cabel-o
v
Silabação:
depósito (substantivo) X deposito(verbo)
A análise
estrutural é usada como um recurso para a pronúncia ou leitura em voz
alta ou, em combinação com a análise fônica, em programas de análise das
palavras nos chamados métodos fônicos de leitura, o mais indicado para
os casos de dislexia fonológica, isto é, nos casos em que os disléxicos
apresentam dificuldade no reconhecimento de palavras e na
correspondência de letras em sons da fala (fonemas).
|
|
Os indícios de contextos da palavra
No processo de
leitura, o indício do contexto permite que os leitores tenham uma
informação do cenário textual imediato que ajuda a identificar uma
palavra ou grupo de palavras, como por meio de palavras, frases,
sentenças, ilustrações, sintaxe, tipografia.
|
|
Os indícios de configuração da palavra
Nas
práticas de leitura, particularmente nos anos iniciais do ensino
fundamental (1º a 5º ano, ou a partir dos seis anos), o indício de
configuração é uma forma ou contorno que auxilia na identificação da
palavra. Em especial, o padrão que as letras fazem acima e abaixo do
corpo principal da palavra, como em feliz, geléia, general, leitura.
Graças a essa habilidade é que podemos distinguir os diversos tipos de
letras na escrita:
·
letra ascendente:
letra cuja haste preenche o ombro superior do tipo, como o d,
l
·
letra caligráfica:
letra manuscrita, grafada com elegância e harmonia, segundo certos
padrões de estilo ou de beleza e excelência artística
letra capital
ou capitular:
letra grande, em geral ornamentada, com que se inicia um capítulo
·
letra de forma (ô):
a letra impressa;
letra de imprensa, letra redonda
·
letra de médico:
letra ruim, pouco legível
letra descendente:
aquela que ultrapassa a parte inferior da linha do tipo, como
g
·
letra garrafal:
caráter muito grande e legível
·
letra maiúscula:
letra de tamanho
maior e formato próprio, cuja fonética é a mesma de sua correspondente
minúscula, sendo geralmente, us. em início de períodos e de nomes
próprios e como fator de destaque de certas palavras; letra capital,
letra capitular, versal
·
letra média: aquela
que nem é
ascendente, nem descendente, como a, c, m, r
etc.; letra curta
·
letra minúscula:
letra de tamanho menor em relação a sua correspondente maiúscula e de
formato próprio, mais apropriado para os textos em geral [É mais us. do
que a maiúscula, exceto no início de período e de nome próprio.]
|
|
O uso de dicionários
Na
identificação das palavras, o uso de dicionários se faz necessário à
medida que desenvolve, no leitor, habilidades cognitivas relacionadas
com a linguagem, como identificar uma palavra em um dicionário, na ordem
alfabética, em série, respeitando a lógica da família lexical, que são
necessárias para muitos exercícios ou atividades melingüísticas no
aprendizado da leitura e da escrita.
|
|
Discriminação das palavras escritas
A
discriminação das palavras pode ser definida como o processo de notar
diferenças em palavras, especialmente em seus contornos visuais ou
formais visuais em geral. Para que isso, seja possível, os leitores
proficientes e menos os leitores disléxicos, devem notas semelhanças e
diferenças nas formas ou formatações das palavras escritas.
Ao certo a
discriminação visual, entendida como o processo de perceber semelhanças
e diferenças em estímulos por meio da visão, especialmente de textos.
Sem esta capacidade as crianças, especialmente as disléxicas, trocam
grafemas (letras) simétricas como
Durante o ensino sistemático da
caligrafia, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino
fundamental, os professores devem levar em conta que a habilidade
caligráfica está muito relacionada com a destreza e o automatismo das
crianças em desenhar algumas formas básicas e geométricas. Vejamos o
quadro a seguir q relação entre forma geométrica e signo alfabético:
|
Quem é capaz, na
educação infantil, de copiar ou desenhar as seguintes figuras:
|
Desenvolverá,
nos anos iniciais do ensino fundamental, a habilidade grafar as
seguintes letras minúsculas e maiúsculas do alfabeto
|
|
UM CÍRCULO
(aos 3 anos de idade)

|
a b c d e g o p q u h
m n s |
B C G O P Q U D S
|
|
UMA CRUZ (aos 4 anos de
idade)
 |
v x z t
|
T X Z
|
|
UM QUADRADO (aos 5 anos
de idade)

|
t f z i j l r
|
A E F H I L M N P R
|
|
UM TRIÂNGULO (aos 5
anos e 6 meses de idade)
 |
v x z
|
A V X Z
|
|
UM LOSANGO (aos 6 anos
de idade, quando ingressa no ensino fundamental)
 
|
v x z
|
V X Z N N H I J L
|
Por
isso, um aspecto psicopedagógico desta capacidade de processamento é o
de adquirir sensibilidade aos traços distintivos de materiais impressos
comuns, como as letras, palavras e frases. Segundo Theodore L. Herris e
Richar E. Hodges, em seu Dicionário de Alfabetização: vocabulário de
leitura e escrita (Artes Médicas,1999, p.84), não desenvolvem a
habilidade de discriminação visuais deixarão não farão o processamento
mais rápido e acurado dos textos escritos.
|
Sugestões
de leitura
|
1.
COLOMER, Teresa, CAMPS,
Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima
Murad. Porto Alegre: Artmed, 2002.
2.
CONDEMARÍN, Mabel,
ALLIENDE, Felipe. Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento.
Porto Alegre: Artemed, 1987.
3.
CONDEMARÍN, Mabel, MEDINA,
Alejandra. Avaliação autêntica: um meio para melhorar as
competências em linguagem e comunicação. Tradução de Fátima Murad. Porto
Alegre: Artmed, 2005.
4.
ELLIS, Andrew W.
Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. 2ª ed. Tradução
de Dayse Batista. Porto Alegre: Artmed, 1995.
5.
GRÉGOIRE, Jacques, PIÉRART,
Bernadette. Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos
teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Marian Regina
Borges Osório. Porto Alegre: Artmed, 1997.
6.
GUIMARÃES, Sandra Regina
Kirchner. Aprendizagem da leitura e da escrita: o papel das
habilidades metalingüísticas. São Paulo: Vetor, 2005.
7.
KATO, Mary. O
aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1999.(Coleção
Texto e Linguagem).
8.
KLEIMAN, Ângela. Oficina
de leitura: teoria & prática. Campinas, SP: Pontes, 2001.
9.
MARTINS, Vicente. O método
fônico na alfabetização de crianças. In CLEBSCH, Júlio. Educação 2008:
as mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores.
Curitiba: Multiverso, 2008.
10.
SMITH, Frank. Leitura significativa. 3ª
Ed.Tradução de Beatriz Affonso Neves.Porto Alegre: Artmed, 1999.
|
|
|
|